31 de outubro de 2012

Te vejo em outros rostos


Entre tantos os rostos que pensei em ter te visto, nenhum deles era você. Não sei se é devido a saudade, mas tenho te visto em outros rostos, é como se ainda esperasse a tua volta, mas tendo a certeza que jamais isso acontecerá. A distância pode ter sido a melhor opção para nós, mas ficou aquele vazio que parece que ninguém vai preencher. Apesar de pensarmos diferente, nós nos completávamos. Era boa a nossa sintonia. E faz falta a tua companhia, a sensação que sentia ao estar contigo, as conversas tolas, as risadas mais espontâneas... E quanto mais eu tento me livrar dessas lembranças, sempre tem algo que me faz lembrar você, e ainda pior, faz com que eu imagine como seria vivenciar certos momentos com você. É algo que por mais que eu tente, sei que jamais irei me livrar, já que foi tudo tão intenso.

29 de outubro de 2012

Retorno


Aos poucos as palavras começam a fluir novamente. Confeso que perdi um pouco a prática de escrever sobre o que se passa dentro de mim e as diversas outras coisas as quais estava acostumada. Mas há uma imensa necessidade de expressar em palavras um pouco da bagunça em que se encontra meus pensamentos; expressar em simples palavras, mesmo que por muitas vezes elas não queiram sair. Mas tentarei, já que é uma forma de procurar entender certas coisas, encontrar respostas para tudo (ou quase tudo) que acontece, apesar de quase nunca encontrá-las.

8 de maio de 2012

Pode não ser como planejou


No final pode não ser como esperamos. Planejamos, sonhamos, ficamos na expectativa que aquilo que queremos aconteça exatamente como está nos nossos roteiros. Mas nem sempre acontece o que queríamos. Acontece o que precisa acontecer, mesmo que não seja o esperado por nós. Não foi por acaso se certa coisa aconteceu ou deixou de acontecer, houve um motivo para isso. Mesmo que seja difícil aceitar o que houve. Por isso, é preciso deixar que certas coisas aconteçam naturalmente. Não criando muita expectativa. Só assim evita a decepção. É assim que tudo acontece, quando você menos estiver esperando.

28 de abril de 2012

Escrever-te


Sei que não deveria fazer isso, mas a necessidade de escrever-te é imensa. Já faz algum tempo -eu sei- mas ainda não esqueci. Aliás, parece que quanto mais quero esquecer não consigo, o pensamento ainda é o mesmo, ainda continua em você. Só queria dizer que apesar de tudo, estou indo muito bem -se é que te importa ainda-, e saber se estás a cuidar de ti. Este é o motivo pelo qual te escrevo agora. Confesso, sinto falta. Sinto sua falta. Não foi bem como planejamos, como queríamos. Por mais difícil que tenha sido, o que aconteceu foi melhor, pra mim e pra você. Na memória, é onde tudo permanecerá, todas as coisas ditas e vividas, todas as alegrias, todos os sonhos e planos. Apenas na memória.